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As Crônicas de Frankenstein - Série inspirada na clássica obra de Mary Shelley

Sean Bean
Série enfoca a clássica obra de Mary Shelley, sob o ponto de vista de um detetive que investiga uma série de crimes na Londres do século XIX.
O A&E anuncia a estreia da série dramática de seis episódios "As Crônicas de Frankenstein", protagonizada pelo ator britânico e ganhador do prêmio Emmy Sean Bean (Game of Thrones, Senhor dos Anéis).

Criada pelo diretor e roteirista indicado ao Emmy Benjamin Ross (O Livro Secreto do Jovem Envenenador, Torte Bluma), a produção combina ação, suspense, intriga e terror, no melhor estilo do A&E. O episódio de estreia (saiba mais) vai ao ar no dia 12 de agosto, sexta-feira, às 22h25

Conheça quem são os personagens da série:


JOHN MARLOTT (SEAN BEAN)

Para os produtores do programa, encontrar o ator certo para o personagem principal foi a parte mais importante na criação da história. Para eles, John Marlott era o núcleo que seria orbitado pelos outros personagens.

Embora muitas pessoas possam reivindicar a ideia de ter colocado Sean Bean como protagonista, a produtora executiva Tracey Scoffield se apressa em apontar o produtor Frank Doelger, seu sócio na Rainmark Films, como o primeiro a sugerir seu nome.

"Na primeira vez que lemos o material pensamos que Sean seria uma grande opção”, lembra Scoffield. “Contatamos seu agente no início do processo e Sean se juntou ao projeto na etapa inicial, de modo que, enquanto Ben escrevia, na verdade já podia desenvolver esse personagem tendo Sean em mente”.

Doelger havia trabalhado com Bean na primeira temporada de Game of Thrones e havia escutado o ator demonstrar interesse em encontrar uma história sombria na qual pudesse encarnar um investigador. Ross ficou encantado em ter alguém como Bean comprometido desde o princípio com o papel por várias razões, entre outras porque isto lhe permitiu dar forma ao personagem, já pensando na entonação e gestos de Bean.

A relação de trabalho entre Bean e o diretor é descrita por este último como “uma colaboração próxima”. “Tem que ser de desse jeito quando você tem seu ator principal em quase todas as cenas”, explica Ross.  “É uma sorte que ele tenha gostado tanto. Isso facilitou muito meu trabalho e foi um grande prazer trabalharmos juntos. Nas primeiras etapas de roteirização, mostramos o material a ele, que logo demonstrou interesse e se juntou ao projeto. Claramente, ele foi tocado de alguma maneira pelo personagem”.

Bean, cuja carreira lhe proporcionou inúmeras oportunidades para interpretar personagens heroicos, mas falhos, se identificou com a capacidade de Marlott de ser um homem comum, mas ao mesmo tempo com capacidade de operar em diversos níveis, seja em lugares barra-pesada, na rua ou nos corredores do poder, e sentir-se em casa em qualquer dessas situações. “Suponho que isso se deve a seu passado e suas experiências de vida, como ter sido soldado e ter trabalhado com gente comum da classe operária, com a qual ele está familiarizado”, disse Bean. “Isso foi de grande valia, já que as pessoas confiam nele e o aceitam com um deles. Mas ele também pode se relacionar com a classe alta, os lordes e as ladies, os cirurgiões e os médicos”.  

Para Bean, Marlott chega a ficar confuso com as expectativas criadas em torno dele. Ao dar a impressão de estar mal informado ou, para alguns, de ser muito raso, esse detetive pode ganhar mais terreno. "Acredito que a maioria das pessoas acha que ele não sabe muito, que vai recolhendo pequenas pistas, mas que não vai chegar a parte alguma. Mas na verdade ele é um cara bastante inteligente e conhece os pontos fracos das pessoas. É um cara muito cerebral, que pensa e encontra a lógica e a razão à medida que avança.

É tudo uma jornada que o conduz diretamente para o meio do caos. Marlott está por sua conta porque na verdade ninguém está lhe oferecendo ajuda; tudo depende do que as outras pessoas têm ou não a ocultar. Com o tempo, Marlott começa a suspeitar que há muito mais coisas por trás desse crime; que tudo leva a instâncias mais altas do establishment, algo que é muito atual, se levarmos em conta que, até certo ponto, isso está acontecendo agora mesmo na Câmara dos Lordes.

Ele é um cara racional e um grande solitário. Perdeu sua esposa e a filha quando era apenas um bebezinho, o que é algo que sempre o deprime e entristece. De alguma maneira ele está tratando de redimir a si mesmo ao buscar desvendar um crime que deixa crianças mutiladas, desmembradas e costuradas.”

“Marlott é um personagem muito próximo a mim”, completa Ross. “É um homem com muitos conflitos e que está em busca de seus objetivos, como qualquer um. É um protagonista muito interessante, com um passado turbulento. Acredito que todas essas coisas atraíram Sean. Ele é um homem muito emotivo, embora não seja muito reconhecido por isso. Ele é mais visto como um herói de ação, mas tem uma grande profundidade e vulnerabilidade. Acredito que seja por isso que o personagem lhe tocou tão profundamente”.

Embora o papel necessitasse de pistolas e ação física, tanto Ross como Bean se mostraram reticentes em fazer desses momentos os pontos principais do personagem. Bean, que é partidário de usar de forma precisa e restrita as armas nas artes e entretenimento, estava determinado a evitar que Marlott encontrasse uma solução fácil para a ameaça de uma arma. “Sean tem pistolas e músculos, e é um papel fisicamente muito exigente, dadas todas as coisas pelas quais o fizemos passar; ele passa um bom tempo dentro da água ou pulando sobre coisas, etc.”, aponta Ross. “Mas também passa muito tempo pensando, fazendo perguntas e conjecturando sobre uma grande quantidade de diferentes teorias”. 

"Ele participa de vários embates físicos porque essa é a natureza da história”, acrescenta Scoffield. "Porém, sua função principal é a de um investigador que tem que fazer deduções a partir de uma série de pistas que consegue, algumas das quais são mais misteriosas que outras. Ele tem que amarrar toda a história, juntando todas essas peças.

A história coloca Marlott em meio a uma ampla gama de personagens vindos de diferentes âmbitos da vida, dos antros cheios de imundície de Smithfield até os corredores reluzentes de Whitehall.

Acredito que, em parte, isso ocorra por esse crime ser tão grotesco. O roubo de cadáveres não é algo que as pessoas da alta sociedade poderiam fazer muito facilmente. É um fato histórico, os cirurgiões tinham que conseguir corpos para que eles os pudessem dissecar e analisar. 

Cada vez havia menos pessoas enforcadas publicamente, de modo que os corpos tinham que vir de outras fontes. É aí que surge a história de Burke e Hare, por exemplo, e de muitas outras pessoas que eram conhecidas em Londres por praticar assassinatos por encomenda dos cirurgiões.”


MARY SHELLEY (ANNA MAXWELL MARTIN)

Uma das atrizes que interpreta um personagem histórico é Anna Maxwell Martin, que se juntou ao projeto para dar vida a Mary Shelley sem pestanejar. Ela já havia trabalhado com o escritor e diretor Ben Ross em Poppy Shakespeare.

Ao ser perguntada sobra as diferenças entre trabalhar com um único escritor-diretor e trabalhar com um grupo de escritores e diretores, ela ri. “É o todo-poderoso! A última vez que trabalhamos juntos, tivemos uma brilhante experiência criativa e artística. É um projeto que realmente está muito próximo do meu coração. Sempre achei Ross brilhante. Ele é incrivelmente inteligente e decidido. Gosto muito de trabalhar com ele, de verdade, e realmente confio nele como artista e criador. Quando ele me pediu para participar disso, nem me preocupei em saber mais detalhes do projeto, apenas disse: ‘Sim, estou dentro’. É que confio nele e em seu supercérebro”.

Mary Shelley é considerada uma das grandes escritoras britânicas e sem dúvida sua visão do monstro de Frankenstein foi objeto de inúmeras interpretações com o passar dos anos. Mas quanta pressão Maxwell Martin sentiu para dar vida a uma figura literária tão emblemática? “Quando alguém interpreta uma pessoa da vida real cuja existência tenha sido muito recente, é claro que sentimos uma enorme pressão para respeitar essa pessoa ou a memória que se tem dela”, diz a atriz. "Mas, com Mary Shelley apenas tenho que fazer o que Ben me diz. Só tenho que dar vida ao que está escrito no papel, porque essa é a visão que Ben tem de Mary Shelley, e eu não posso refutá-lo, já que não se sabe muito sobre como ela era. Por isso é fácil lhe dar vida e respeitar sua memória”.

Maxwell Martin também se sente feliz por ter encontrado o que considera uma oportunidade rara: poder interpretar uma mulher forte. "Ben escreveu o papel para uma mulher muito forte e inteligente… finalmente!”, disse. “Acho que temos dado grandes passos em direção a séries protagonizadas por mulheres. Mas ainda há muito caminho para percorrer. Muitas vezes as mulheres são apresentadas como “a namorada”, “a parceira bonitinha”, “a esposa maltratada” e todos esses clichês. O bom de interpretar Mary é que ela tem algo de megera. Em parte ela é uma megera esquisita. É uma criatura singular, muito forte e poderosa; muito brilhante, incrivelmente inteligente e, sim, talvez não haja muitos personagens como ela”.

SIR ROBERT PEEL (TOM WARD)

Tom Ward interpreta Sir Robert Peel, o fundador da Força de Polícia Metropolitana. Novamente, é outro personagem histórico incorporado por Ross em sua obra com o propósito de fixá-la na realidade, o que transmite ao público a sensação de que isso pode realmente ter acontecido. Para Ward, esse conceito aproxima de forma fascinante a mitologia de Frankenstein com o início de muitas outras áreas do progresso humano na medicina, ciência, indústria e sociedade.   

“As pessoas escrevem histórias de ficção que envolvem pessoas verdadeiras, mas o que é incomum é escrever histórias fantásticas, histórias que são quase de terror, protagonizadas por pessoas da vida real. E essa história faz isso de forma bem-sucedida“.

“A eletricidade era um assunto que estava sendo discutido e cujos segredos estavam começando a conhecer. Acho que começaram a fazer essas experiências ao aplicar corrente elétrica nas patas de sapos. As pessoas de repente acreditavam ter descoberto o segredo da vida. Se falava muito disso, era um tema de atualidade e não de fantasia. Era algo pelo qual as pessoas se interessavam de verdade. De algum modo nossa história se mantém ancorada na realidade“.
  
Nessa época, Sir Robert Peel se dedicava ao que seria o início de seu próprio legado: a Força de Polícia Metropolitana. Como Ministro do Interior, estava cada vez mais convencido de que Londres necessitava de uma maior força policial e transformou a existente Polícia do Rio Tâmisa na Polícia Metropolitana (ou os “Peelers”, como eram conhecidos). "Foi esse seu papel histórico e verdadeiro, ele simplesmente representa o estabelecimento da nossa história, com todas as suas ambições, decepções e arrogância. Esse papel é desempenhado a partir de uma perspectiva dramática".

Ward reconhece que, ao selecionar esse momento particular da história, o diretor e escritor Ben Ross pôde retratar uma época em que os povoados estavam se transformando em cidades e que a Revolução Industrial estava criando uma sociedade integrada verticalmente, com todos trabalhando em prol de objetivos em comum: construir indústrias e aumentar a produtividade.  

“Essa é a razão pela qual esse período é tão magnífico para nossa história”, diz Ward. “As cidades estão começando a crescer, com toda a energia e empolgação que isso acarreta, mas também com todos os problemas associados às cidades, problemas que continuamos a ter hoje: a pobreza e as regiões marginalizadas. Observamos essas camadas e vemos as pessoas se digladiando: os muito ricos e os muito pobres. Peel é definitivamente uma janela para isso. Boa parte da diversão que Sean e eu tivemos em nossas cenas – me dei conta – era o fato de Sean sempre ter que se reportar para Peel. O espectador vai ver Sean no meio de um pântano, suando sangue e apanhando nas ruas. Ele pode ter passado a noite em pé, exausto e com a roupa cheia de terra. E Peel está lá, tomando café da manhã, comendo o seu ovo cozido e dizendo: "Você já chegou a algum resultado? Que diabos você fazendo, cara?".

O papel de Peel naquele momento era aproveitar essas mudanças significativas, e Ward acredita que a integração entre os ricos e os muito pobres em um mesmo ambiente levou Londres, em particular, a funcionar com grande sucesso como cidade. Do meu ponto de vista, Peel é um aristocrata, além de ser extremamente mal-educado. Ele é muito convencido devido ao seu poder e status. Mas o que ele está tentando fazer ao introduzir essa legislação médica enquanto trabalha com a força policial é trazer alguma ordem ao que considerava ser uma situação de faroeste”.

“Do ponto de vista médico, estão os ladrões de corpos, os saqueadores de túmulos e os médicos falsos que vendem curas falsas. Nada está regulado. É caótico. Pessoas trocam cadáveres por dinheiro, tudo está absolutamente fora de controle, com cientistas malucos em sótãos orquestrando tudo isso. Peel é um homem ordeiro, muito racional e quer controlar tudo isso; para que tudo seja mais eficiente e regulado, fazendo com as coisas sejam feitas de forma legal”.

BOZ (RYAN SAMPSON)

Correndo atrás dos rumores a respeito de uma importante investigação conduzida pela polícia sob a liderança de Marlott está o repórter novato Boz, que posteriormente seria conhecido como o escritor Charles Dickens.

"É muito divertido interpretar Charles Dickens, já que existe muitos mitos sobre sua personalidade. Ele era notoriamente excêntrico, extraordinariamente erudito e ambicioso", diz o ator Ryan Sampson, mais conhecido por seus papeis de protagonista em Plebs e After You’ve Gone.

“Discuti um pouco com Ben sobre como ele imaginava que podia ser o jovem Dickens. Ele me dizia que a magnitude da ambição e energia de uma pessoa cujo legado é uma obra literária fundamental na história tem que ser absolutamente monumental. Porque ele está decidido de maneira inconsciente a erguer seu futuro e de algum modo continuar vivo após sua morte”.

“Obviamente, não é possível interpretar o que, na verdade, é uma ideia profunda; mas é uma noção muito emocionante que existam pessoas que não necessariamente estão vivendo o que ocorre no momento, mas que estão moldando suas vidas e esculpindo o que serão no futuro”.

“Sabemos que Dickens era um grande comentarista social. Aqui o concebemos como um homem ávido por encontrar a verdade das coisas. Isso o impulsiona a explorar becos escuros, e o vemos em situações estranhas, ansioso por chegar ao cerne das coisas. O que eu gosto nessa história é a forma como está ancorada no mundo real e no que realmente aconteceu. Como aparecem personagens verdadeiros – Mary Shelley, Sir Robert Peel, William Blake -, há uma sensação de que se trata do mundo real. Então, quando isso conduz a um horror sombrio e gótico, o impacto é ainda maior, devido ao cenário muito real. Nunca vi isso sendo feito antes”.

Vestido com um casaco vermelho com punhos de veludo, Sampson admite que se sente muito à vontade com seu figurino. “Na verdade eu nunca havia usado uma roupa dessas, acho que não há muitas pessoas que usem”, ri. “Eu acho que a roupa causa um efeito especial em mim, eu sinto que fui feito para isso. De agora em diante eu posso adicionar um pequeno toque de Laurence Llewelyn-Bowen no meu estilo de vestir”.

Conhecido sobretudo por seu trabalho em comédias, Sampson está feliz por ter a oportunidade de atuar no gênero de terror. É uma paixão que ele cultiva desde cedo. “Quando eu era pequeno, ficava horas acordado debaixo das cobertas lendo livros baratos de terror ao me deitar. Depois passei para outros mais pesados. Sou fanático por terror. É por isso que acho que o ramo realista do terror é muito atraente para um conhecedor do gênero. O melhor é isso, que esteja fundamentado em um mundo mais complexo; é algo muito gratificante de ler”.

NIGHTINGALE (RICHIE CAMPBELL)

Junto a Marlott está Nightingale, um personagem fictício interpretado por Richie Campbell. Evitando cair no clichê do clássico sidekick ou parceiro de aventuras do protagonista, a equipe se esforçou para se assegurar que Nightingale seguisse seu próprio caminho e não o de Marlott. “Não queríamos que fosse uma relação convencional detetive-ajudante, que geralmente existe para que o detetive tenha alguém a quem explicar as coisas. Ben resistiu a isso tanto quanto possível, já que isso, inevitavelmente, supõe tratar o público de forma paternalista, ao dizer coisas que ele não sabe. Na verdade, é muito mais interessante para o público que na maior parte do tempo estejamos um passo adiante dele. O público tem que se esforçar um pouco mais para entender o que está acontecendo”.

Richie Campbell, com o desafio de interpretar um personagem que, essencialmente, tem um bom coração e sólidos valores morais – em vez de um vilão –, representa uma oportunidade interessante. “É muito instigante interpretar um cara mal, porque há tantas coisas que podem ser exploradas neles e que não é possível explorar em seu dia a dia”, diz. "Mas, o interessante de Nightingale para mim, era estar na pele de alguém que pudesse ser tão sério e tão apegado a suas crenças; acho isso muito interessante. Na vida cotidiana acho difícil que alguém se apegue a isso, porque há muitas influências externas”.

“Se olharmos para Londres de 1827, nos perguntamos como aquelas pessoas sobreviviam. Só o fato de viver era muito difícil. E o passado de Nightingale, como cresceu como um órfão abandonado, deve ter sido muito difícil para ele”.

PRITTY (CHARLIE CREED-MILES)

O ator Charlie Creed-Miles, que interpreta o saqueador de túmulos e ladrão de cadáveres Pritty, já havia trabalhado com o escritor-diretor Ben Ross no filme O Livro Secreto do Jovem Envenenador.

“Fiquei muito feliz em ser chamado para esse papel”, diz. “É um grande cara e um talento autêntico. O resultado é algo palpável e fascinante”. Embora o que Pritty faça seja brutal e moralmente corrupto, ele, como muitas outras pessoas do início dos anos 1800, operava dentro dos limites da lei. 
           
“Naqueles tempos, o roubo de cadáveres representava um negócio respeitável, acredite ou não”, explica Creed-Miles. “E acontecia dentro dos limites da lei, porque um corpo sem vida não era considerado uma propriedade e, portanto, não poderia ser roubado. Havia uma espécie de vácuo na lei, porque desenterrar cadáveres era permitido se havia propósitos científicos. E se pagava muito bem. Era algo muito classe-média para os padrões de hoje em dia”.

“Se não fosse por pessoas como Pritty, desenterrando cadáveres e os oferecendo aos cirurgiões para que fossem dissecados, não estaríamos onde estamos hoje em termos de medicina. É algo repugnante, mas acredito que era a única maneira de fazer avançar a ciência médica naqueles tempos. Uma necessidade”. 

Creed-Miles aproveitou todos os elementos relacionados com o personagem de Pritty: desde o figurino e ambientes em atuava, até os aspectos físicos, em particular sua rivalidade com Nightingale. “Adoro toda a ação física”, admite. “Fico feliz em me exercitar para as cenas de luta”. Ele e Richie Campbell coreografaram cuidadosamente uma briga no mercado, para que parecesse tão autêntica quanto possível. “Quando há coisas relacionadas com lutas, normalmente há um período de ensaios prévios, porque pode ser bastante complicado, difícil de fazer. Mas o resultado foi grandioso, ficamos realmente satisfeitos: Richie ficou em forma à moda antiga, no modo vitoriano. Muito divertido. E me acertou com força!”.


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nanomag

Publicitária, cinéfila e blogueira nas horas vagas. Vivo em Curitiba, sou formada em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda e membro da Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos.


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