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O Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2015) começa em 11 de agosto

"The E-Waste Tragedy", documentário que investiga o tráfico ilegal de lixo eletrônico abre a mostra competitiva às 15h de 12 de agosto.

A cidade de Goiás, antiga capital do Estado, será mais uma vez palco das principais questões mundiais do cinema e do meio ambiente durante o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2015), de 11 a 16 de agosto. Realizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce), o festival chega à sua 17ª edição esse ano e traz uma programação reforçada nas duas áreas, com cinco mostras de filmes, convidados de renome, Fórum de Cinema, Fórum Ambiental, oficinas, minicursos e exposições.

Na área musical, serão 28 shows de artistas que fazem o melhor da música no Estado, além da abertura com a Orquestra Jovem e encerramento com a Orquestra Filarmônica de Goiás.

O Fica 2015 tem o apoio da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima) e parceria cultural do Instituto Intersocial de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental (Idesa). Também são parceiros do festival a Prefeitura Municipal de Goiás, Secretaria da Fazenda (Sefaz), Iphan, ABD Cine Goiás, IFG, UEG, UFG, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Toda a programação do Fica 2015 é gratuita e aberta a todos os públicos.

Cinema – O Fica 2015 traz uma programação robusta de cinema, com mostras de filmes, oficinas, minicursos e laboratórios. Como o Teatro São Joaquim atualmente passa por obras de restauração, o Cinemão será o grande palco do cinema, em todas as suas linguagens. Serão exibidas as mostras Competitiva, ABD Cine Goiás, Fica Animado (infantil), Paralela e a Mostra de Vídeo UEG-Fica.

Como no ano passado, o espaço será montado na unidade Sant’Ana da Universidade Federal de Goiás (UFG), na Praça do Chafariz, local onde também ocorrem os cursos e o Fórum de Cinema.

Convidados de diversas áreas participam de encontros e debates com o público no Fórum de Cinema, como a atriz Camila Morgado, o cineasta e jornalista Arnaldo Jabor, a psicanalista e jornalista Maria Rita Kehl, o antropólogo Vicente Carelli, o cineasta e presidente da Ancine Manoel Rangel, o diretor da SPcine Alfredo Manevy, a atriz e apresentadora Mônica Iozzi, e o cineasta Walter Carvalho. O festival também tem como convidado especial o cineasta português José Vieira Mendes, da Green Film Network.

Lançamentos - O festival traz uma novidade nessa edição: o lançamento de três filmes nacionais. Na quarta-feira, dia 12, o público poderá conferir em primeira mão o longa-metragem "Cartas de Amor são Ridículas", da diretora Alvarina Souza Silva. Na quinta-feira, 13, é a vez do lançamento do documentário "Araguaia", com direção de Dagmar Talga, e no sábado, 15, de "Cora Coralina – Todas as Vidas", de Renato Barbieri, que mistura documentário e ficção.

Meio ambiente – O Fórum Ambiental contará com 5 mesas de debates, com temas como água, conservação dos recursos naturais e mudanças climáticas, trazendo os questionamentos: O que eu tenho a ver com isto? Como isto me afeta? O que eu posso fazer?

Para o debates sobre mudanças climáticas, foram convidados os especialistas no tema Jean Ometto, coordenador do Centro de Ciências do Sistema Terrestre do Sistema Terrestre (CCST/Inpe), e Suzana Dias, coordenadora da sub-rede Comunicação e Cultura Científica da Rede Clima.

Na mesa sobre a crise hídrica, participam o químico industrial e presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, o doutor em Ciências Ambientais da UFG, Maximiliano Bayer e o atual secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal, Paulo Salles. O cineasta Silvio Tendler, diretor dos documentários O Veneno está na Mesa I e II participa da mesa sobre alimentação saudável e agrotóxicos.

Números – A Mostra Competitiva do Fica 2015 é composta por 21 produções, sendo 12 nacionais, 9 internacionais e, pela primeira vez, 7 filmes goianos. São 5 longas metragem, 3 médias  e 13 curtas metragem. Os filmes selecionados representam 6 estados brasileiros e o Distrito Federal: Goiás, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, São Paulo e Espírito Santo. Entre os países representados estão, além do Brasil, Venezuela, Suiça, França, Espanha, Reino Unido, Portugal e Índia. O festival recebeu a inscrição de 327 filmes (111 internacionais, 200 nacionais, sendo 55 goianos e 16 coproduções entre Brasil e outros países).

Frei Confaloni – Esse ano, o festival retoma a tradição de homenagear artistas goianos em seu cartaz. Nessa edição, é a vez de Frei Nazareno Confaloni, pintor muralista falecido em 1977 em Goiânia. Confaloni pintou 15 afrescos na Igreja do Rosário, na Cidade de Goiás, idealizou a Escola Goiana de Belas Artes, onde lecionou pintura e desenho, e foi um dos fundadores da faculdade de Arquitetura da Universidade Católica de Goiás (UCG), atual PUC Goiás.

FILMES SELECIONADOS

Longas-metragens:

1. Desculpe pelo Transtorno: A História do Bar do Chico (Brasil/SC, Documentário, 79 min., 2014)
Direção: Todd Southgate

"Desculpe pelo transtorno: A História do Bar do Chico" é um documentário que narra a história de Seo Chico, cujo pequeno e rústico bar à beira-mar, tornou-se o marco-zero na batalha de uma comunidade que vem lutando para proteger os seus meios de subsistência, a sua cultura e, como alguns ainda colocam, o bem-estar de toda a ilha.

2. El Rio que nos Atraviesa (Venezuela, Documentário, 71 min., 2013)
Direção: Manuel Blanco

"El Rio que nos Atraviesa" é um documentário autorreflexivo que busca registrar e questionar uma realidade que será transformada pela exploração petrolífera, ali exatamente onde, desde épocas ancestrais, gerou-se a vida: o Rio Orinoco. Há um conflito quando pensamos em todos os benefícios que o Projeto Orinoco Magna Reserva trará para a Venezuela como país em crescimento. Mas realmente vale a pena contaminar este rio que nos deu tanto e é uma reserva da memória milenar de nossos povos indígenas?

3. My Name is Salt (Suíça, Documentário, 92 min., 2013)
Direção: Farida Pacha

Anos após ano, ao longo de intermináveis oito meses, milhares de famílias se mudam para um deserto na Índia com o objetivo de extrair sal do solo escaldante. A cada monção, os campos de sal são lavados pela chuva, quando o deserto vira mar. Ainda assim, elas retornam, lutando para produzir o sal mais branco do mundo.

4. O Veneno está na mesa II (Brasil/RJ, Documentário, 110 min., 2014)
Direção: Sílvio Tendler

Após impactar o Brasil mostrando as perversas consequências do uso de agrotóxicos em "O Veneno está na Mesa", o diretor Sílvio Tendler apresenta, no segundo filme, uma nova perspectiva. "O Veneno Está Na Mesa II" atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores. Com este documentário, vem a certeza de que o país precisar tomar um posicionamento diante do dilema que se apresenta: em qual mundo queremos viver? O mundo envenenado do agronegócio ou da liberdade e da diversidade agroecológica?

5. The E-Waste Tragedy (França/Espanha/Reino Unido, Documentário, 86 min., 2014)
Direção: Cosima Dannoritzer

Uma sequência do premiado "The Light Bulb Conspiracy", este filme investiga o mundo do tráfico ilegal de lixo eletrônico. A cada ano, quase 50 milhões de toneladas de lixo desse tipo - computadores, televisores, celulares, eletrodomésticos - são descartadas no mundo desenvolvido. Setenta e cinco por cento desses resíduos desaparece dos sistemas legais de reciclagem e grande parte é descartada em países do Terceiro Mundo, onde destrói ecossistemas e prejudica vidas. Este documentário leva o espectador numa jornada investigativa pela Europa, China, África e Estados Unidos, revelando um comércio tóxico global alimentado pela sede de lucro e pela corrupção.

Médias-metragens:

6. Bientôt dans vos assiettes ! (de gré ou de force...) (Transgenic Wars, França, Documentário, 52 min., 2014)
Direção: Paul Moreira

Há uma chance de 50 por cento de que a carne de porco de seu jantar de ontem tenha vindo de um animal alimentado com soja transgênica. Para muitos, isso pode ser uma surpresa, pois supermercados, fazendeiros e a indústria em geral guardam um silêncio suspeito ao redor do tema. Por que se preocupam? Com mais um escândalo alimentar? A marcha rumo à dominação de produtos geneticamente modificados começou há 15 anos.

Ela chegará a termo? Visitamos fazendas na Dinamarca onde a quantidade de porcos nascidos com deformidades ou que morrem por doenças gástricas aumentou dramaticamente. Os animais recebem como ração uma combinação de soja geneticamente modificada tratada com o herbicida glifosato. Hoje, na Argentina, toda a agricultura é transgênica, mas depois de 15 anos as pragas se adaptaram e o glifosato já não surte efeito. Em função disso, os fazendeiros começaram a utilizar químicos nocivos de forma indiscriminada e sem fiscalização.

Em algumas áreas, as taxas de deformidades genéticas sérias em crianças vêm explodindo. Fomos atrás de famílias e médicos convencidos de que a proximidade de culturas transgênicas é a causa por trás disso. Como a agricultura transgênica conseguiu dominar a agricultura de forma tão rápida? Enquanto o governo americano é refém do lobby transgênico, muitos países europeus ainda resistem, mas até quando?

7. Guinée: Le Territoire des Oubliés (França, Documentário, 49 min., 2013)
Direção: Philippe Lafaix

Na Guiné, sobre estradas esburacas, motoristas de táxi lutam para entregar medicamentos e vacinas em menos de 24 horas do outro lado do país. Um incrível "road movie", na região de floresta onde começou a epidemia de Ebola. Uma país decadente onde descobrimos, chocados, um hospital sem eletricidade, emergências grotescas e crianças de seis anos de idade sendo exploradas. A câmera do diretor filma o impensável: bebês desnutridos à espera de remédios e vacinas, enquanto jovens escravos lixam móveis em marcenarias para ganharem o suficiente para sobreviver. Imagens terríveis e perturbadoras que lembram que a esperança de vida não ultrapassa 50 anos nesse país à beira do caos. A Guiné é rica em minérios e diamantes, mas a maioria da população jamais vê sua cor, vivendo em enorme pobreza e sem qualquer acesso a cuidados básicos. O filme testemunha o ambiente dramático em que vive a população de um país cuja economia está em colapso.

8. Índio Cidadão? (Brasil/DF, Documentário, 52 min., 2014)
Direção: Rodrigo Siqueira

A União das Nações Indígenas, em ato de desobediência civil contra a tutela do Estado, coordena movimento político de participação popular na Constituinte (1987/88). Vinte e cinco anos depois, o movimento indígena ocupa o plenário da Câmara dos Deputados e realiza a Mobilização Nacional em Defesa dos Direitos Constitucionais ameaçados pelo próprio Congresso Nacional. A Nação Kaiowá e Guarani, alienada do direito e da justiça, revela a narrativa testemunhal do genocídio indígena em marcha no estado do Mato Grosso do Sul.

Curtas-metragens:

9. Ainda Existe (Brasil/GO, Documentário, 15 min., 2015)
Direção: Pedro Diniz

Pelos caminhos escondidos dos sertões, carreiros, com seus carros de bois, sulcam histórias e tradições. Carreiam toras, víveres e paixões, resistem. Cada qual na sua toada e canto, ainda existe.

10. Aniz, a Bruxinha Aprendiz (Brasil/GO, Animação, 7 min., 2014)
Direção: Guilherme Araújo

"Aniz, a bruxinha aprendiz" é uma história baseada no livro infanto-juvenil de mesmo nome, da escritora brasileira Sueli Maria de Regino. A animação conta a história de uma garota chamada Aniz, que tem uma avó chamada Belatrix, que é uma bruxa. Aniz entra no porão de sua avó e toda a magia acontece.

11. A Ria por Dentro (Portugal, Documentário, 24 min., 2014)
Direção: Ana Maria Rodrigues

A Ria de Aveiro é um ecossistema estuarino que apresenta uma elevada biodiversidade de invertebrados. Em geral pouco conhecidos, os invertebrados são a base do alimento para muitas das aves e peixes da Ria e englobam espécies de elevado valor econômico. Para os conhecermos melhor, temos de olhar dentro do sedimento ou mergulhar nas águas turvas da Ria.

12. Baque Solto en Buenos Aires (Brasil/GO e PE, Documentário, 20 min., 2013)
Direção: Ângelo Lima

Todo ano, o Maracatu Estrela Dourada se junta e faz um trabalho coletivo para sair durante o carnaval. Trabalhadores da cana se transformam em dançarinos e brincam o Maracatu.

13. Babilônia (Brasil/GO, Documentário, 20 min., 2014)
Direção: Cristiano Sousa

No final do século 18, numa cidade no interior de Goiás, nasce uma criança de família simples, humilde, que perde os pais logo cedo e acaba sendo dada aos padres jesuítas, o que foi sua salvação. Esta é a história por trás da Fazenda Babilônia e de seu papel na história de Goiás.

14. Galus Galus (Venezuela, Animação, 12 min., 2013)
Direção: Clarissa Duque

Quem sabe, algum dia, ele tenha tido uma família. Quem sabe, uma vez, tenha sido amado, esperado e tenham sentido sua falta. Hoje, ele é apenas uma sombra, perdida entre todas as sombras dos dias que começam e ninguém vê. É uma sombra que desperta na calçada e perambula em meio ao lixo à procura de garrafas plásticas para ganhar alguns centavos e sobreviver mais um dia, todo dia, mais um dia.

15. Girassol de Plástico (Brasil/GO, Documentário, 13 min., 2015)
Direção: Amarildo Pessoa

Assim como o girassol volta sua corola buscando força no sol que passou, este documentário propõe, através da memória, manter a imagem do rio vivo no percurso do tempo. Esta imagem é a senha para decifrar as contradições entre a vida e a morte que o Rio Meia Ponte hoje nos apresenta.

16. Lobo Solitário - A Saga de um Brasileiro (Brasil/GO, Documentário, 28 min., 2015)
Direção: Ranulfo Borges

Este filme conta a história de Waltercílio Pereira Alves, o Pocotó, ex-carateca e ex-policial que já passou por várias regiões do país até virar catador de papéis nas ruas de Goiânia. Exemplo de luta e superação, Pocotó não tem família e dedica sua vida aos seus animais a quem dá nomes de pessoas famosas. São mais de dez cães, além dos cavalos usados na carroça, onde escreveu o nome "Lobo Solitário", retirado do filme Rambo. Uma figura chapliniana, Pocotó tem também seu lado de artista de circo, com direito até a uma cadela amestrada. Sem casa própria, está sempre em busca de um lote baldio onde possa armar a barraca para morar provisoriamente. Onde chega, uma das primeiras providências que toma é plantar girassóis, hortaliças e ervas medicinais. Faz isso não no quintal, mas na calçada, para que a vizinhança possa também usufruir. O diretor o acompanhou durante sete anos nestas mudanças, de casa em casa, ou de lote em lote, estabelecendo também um paralelo de sua vida com as alterações no espaço urbano. Pocotó e seus bichos de estimação são expulsos, geralmente, para dar lugar ao concreto e a depósitos de ferro velho.

17. Maria Macaca (Brasil/GO, Documentário, 15 min., 2015)
Direção: Lázaro Ribeiro

Maria Macaca é um documentário narrado por Dona Nesci, neta de Maria, e dramatizado pela atriz Elisa Lucinda. Juntas, elas rememoram a vida difícil de uma carregadeira de água negra, alta, magra e alegre...de pés firmes, nas pedras das ruas da velha Goiás, saltitante com sua lata na cabeça a equilibrar o líquido que nutre e preserva a vida, mulher que clama por chuva e reza pelo futuro da humanidade.

18. Matias (Brasil/SP, Documentário, 26 min., 2014)
Direção: Ricardo Martensen & Felipe Tomazelli

A somente 165 quilômetros de distância da maior cidade do hemisfério sul, São Paulo, em uma pequena cabana, vive Matias. Cercado pelo que resta de uma floresta exuberante, Matias passa a vida com seus cães e galinhas, um homem que incorpora toda uma cultura ameaçada de extinção.

19. No Jile (Venezuela, Animação, 10 min., 2015)
Direção: Carolina Dávila

Um idoso ligado à sua terra natal precisa lutar por água para sobreviver, uma batalha perdida. Ele é forçado a deixar seu país e se torna um refugiado do clima. Este é um curta que tem como pano de fundo as mudanças climáticas e suas consequências: aumento de temperatura, secas, perda de safras e migrações.

20. The Thirsty Crow (Índia, Animação, 7 min., 2013)
Direção: Snehasis Das

O conhecimento tradicional de povos indígenas sempre teve um papel significativo na solução de problemas, incluindo aqueles relacionados a mudanças e à variabilidade climática. Povos indígenas, que vivem próximos a seus recursos naturais, com frequência observam os eventos à sua volta e são os primeiros a identificarem mudanças e adaptarem-se a elas. O corvo dessa antiga história tem enorme significado para a atual geração das civilizações humanas, que não apenas começaram a esquecer a história do corvo e da água, mas também da própria importância da conservação dos recursos hídricos. Nosso corvo, portanto, não apenas luta para obter sua própria água, mas também envia uma mensagem para que conservemos cada gota de água. Seria bom se tivéssemos muitos corvos como esse em nossas sociedades.

21. Últimos Refúgios: Reserva Biológica de Duas Bocas (Brasil/ES, Documentário, 28 min., 2013)
Direção: Alexandre Barcelos

O documentário "Últimos Refúgios: Reserva Biológica de Duas Bocas" traz como mensagem principal a importância da preservação dos recursos hídricos e também destaca diversas espécies de fauna e flora que habitam os cerca de 30 mil hectares dessa unidade de conservação. Diante dos problemas ambientais mundiais como aquecimento global, derretimento de geleiras, escassez de água, extinção de espécies e desertificação, devemos cada vez mais lutar pela conscientização ambiental, única forma de combater a degradação desenfreada de nosso meio ambiente. A preservação da área, considerada um laboratório vivo de remanescentes de ecossistemas da Mata Atlântica, está diretamente ligada à história do abastecimento de água na capital capixaba e acontece há cerca de cem anos, antes mesmo da instituição da reserva.




nanomag

Publicitária, cinéfila e blogueira nas horas vagas. Vivo em Curitiba, sou formada em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda e membro da Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos.


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